21 agosto 2017

Sérgio, não sejas NEScio!

Um fds desligado de tudo, nem futebol nem noticias em geral. Pegando agora nalguns jornais, vistos os 3 golos de Aboubakar de relance, algumas preciosidades do tuga way of living...
Directo ao FC Porto, constato a média de uma gp por marcar até agora. VAR só serve mesmo para não deixar dúvidas da autenticidade e legitimidade de golos portistas.
Já na área da disciplina, um escandaloso cartão vermelho por mostrar a Eliseu. VAR para o benfas nem de lambreta e a merda da acção disciplinar é o que eu supunha em lances a meio campo onde árbitros tugas nunca vêem nada. O portuense Rui Costa, de resto, é useiro e não isento, o irmão de Paulo Costa que Luís Filipe Vieira trazia amiúde à colação...
Sérgio Conceição passa por cima dos penalties por marcar para o FC Porto. O portuense Manuel Oliveira é useiro e não isento. Toda a arbitragem portuense repete a cartilha dos últimos anos e na época passada Rui Costa e Manuel Oliveira já eram relapsos nestas matérias...
Vejo que em Inglaterra, logo em Inglaterra..., o NEScio veio falar de arbitragens à 4a jornada, na II liga... O NEScio que no FC Porto só a 4 jornadas do fim resolveu falar de árbitros. Há gente sempre no local errado à hora errada e Sérgio Conceição tem de evitar o silenciamento tão penalizador para o FC Porto nos últimos anos.
Apesar de muitas loas, com os interessados e até directamente envolvidos a quererem divinizar a bondade da coisa, o VAR tem sido a merda que eu perspectivava...
De igual modo, o esgoto-executivo das 2as feiras no JN lá fez uma crítica suave ao Governo mal-parido desta paróquia e até meteu em baixo o ministro da Saúde porque a DECO diz que os centros funcionam mal...
Já a paródia em que regularmente se comprazem PR e PM passou ao lado na cerimónia da Sagrada Família. Lá foram, de Falcon, a exéquias em Barcelona, depois de trocarem as de Pedrogão Grande por beijos, abraços e uns envelopes de dinheiro oferecido por particulares.
Como um par de jarras para embelezar qualquer merda, PR e PM estiveram na famosa igreja de Barcelona mas os seus narizes empinados para o intrincado trabalho que torna deslumbrante a obra sempre inacabada de Gaudi impediu-os de tecerem loas ao chão de toda a nave magnifica atapetado com cortiça portuguesa...
Nada de novo, nem o calor, dizem, infernal, como se fossem, quais fogos descontrolados e comando sem rei nem roque, novidade.

13 agosto 2017

Descoberta a utilidade do VAR

Nesta altura da época é quando jogos à 4a feira e domingo ainda pesam nas pernas, como se viu na pouca exuberância de Corona, Brahimi e Oliver, para mais com um Tondela característico no uso do corpo-a-corpo que é a marca do seu jogo de contacto, atrapalhando mais do que joga.
Foi o que custou mais ao FC Porto, com Sérgio Conceição a perceber que meter o pé continua a não ser muito aceitável para muitos jogadores, pelo que teve de acabar com a inefável dupla Herrera-Andre André sem a equipa ligar muito o jogo à frente, também com Layun por fim e tudo a fazer lembrar as tremideiras das últimas épocas, não certamente más por acaso ou só por causa dos árbitros...
Por sinal, o Fábio Veríssimo VAR no já famigerado Benfica-Braga onde foi cegueta em dois golos minhotos válidos mas sem contarem, agora teve de recorrer ao VAR para algo que não deixou dúvidas algumas: o golo de Aboubakar que deu 3 pontos e podia ter dado mais golos mas os postes não deixaram tudo tão André Claro como o resultado merecia em vez do 1-0 final.
Depois da 1a jornada, com o golo de Marcado sem suspeita sequer de mácula, está descoberta a utilidade do VAR, que é mesmo sem dúvida ir verificar se os golos portistas são válidos, não vá o FC Porto ganhar como o Benfica é o Sporting...
E, assim, enquanto o VAR é visto pelo olho cego dos árbitros que também vão para o campo carregados de preconceitos face ao FC Porto, a utilização do VAR vai perdendo o sentido. À boa maneira tuga, de resto, onde um regabofe de leis vão perdendo nexo e razão de ser com regras em cima delas até desvirtuarem o sentido da própria lei.
No fim, ganhou o FC Porto e alguns muito estúpidos vão afirmar o óbvio do recurso ao VAR nesta vitória mais suada que sofrida pois o Tondela pouco pôs em perigo a baliza portista, discutindo o jogo aos repelões mas não a essência do resultado, justo, certo sem ser brilhante mas são estes que vinham faltando nas últimas épocas.

11 agosto 2017

VAR: Vitórias Aldrabadas do Regime

Balanço do VAR inovador na Tugalandia: triunfos fraudulentos na Luz e em Alvalade, mal acabou a 1a jornada e começou a 2a jornada.
Fernando Gomes merece louvor 💩

09 agosto 2017

Boa tendência é má tendência

A maior goleada neste século a abrir o campeonato deu expressão a um jogo competente e contundente de um FC Porto que parece finalmente renovado. Três golos bem anulados e o desencontro de Aboubakar em três flagrantes ocasiões não esmoreceram uma equipa mantida sob pressão por um treinador atento ao afrouxar do ritmo. Não houve baldas, Oliver solta-se, não há torques e lateralizaçao em excess, os laterais dão fluidez, largura e profundidade, o jogo tem sentido de baliza e servido aos pontas-de-lança em acção como nunca - e se Soares saiu por lesão à meia hora, Marega não tardou a marcar mal entrou.
Um ritmo forte, um sufoco duradouro num adversário que não se sentiu desafogado a sair a jogar, como era hábito o manso FC Porto deixar.
Passa a ser mais que uma promessa que, por exemplo, há um ano não se confirmou apesar de algo se ver. Foi ilusão, treinadores passivos, equipa acomodada...
Um onze já rotinado e apostado num objectivo de marcar e incomodar seriamente o adversário. Nem lesão, nem golos anulados, nem ocasiões falhadas perturbaram. No fim, mesmo com 3-0, com ameaça de mais, até uma barbaridade de arbitragem, corrigida pelo VAR que vai denunciar isto muitas vezes, até um erro flagrante e premeditado de um auxiliar assassino foi elevado a 4-0.
Ficou exposta a tendência de prejudicar dolosamente e sem necessidade no que foi, tantas vezes nos últimos anos, uma invulgar sucessão de golos mal anulados no Dragão.
Ao invés, por sinal, vimos na Luz a tendência de com muitas dúvidas e por milímetros de diferença ser cerce assinalado um fora-de-jogo que podia dar 2-2 ao Braga frente ao Benfica.
A cartilha está aí ainda e só um FC Porto fortíssimo pode superar a pouca-vergonha que não cederá facilmente.
A toada de conquista, vista nos triunfos dos duelos individuais, nas bolas ganhas nas divididas e na apetência pelo remate e por colocar a bola na área diante de avançados sedentos e impetuosos, a verificar se se confirmará nos jogos fora, como em Tondela já no domingo, onde o FC Porto se descaracterizava e até dissolvida facilmente.
A seguir.