21 maio 2017

NEScio superou dois testes: princípio de Peter e lei de Murphy

Nem sequer chegou às 23 vitórias da malfadada época passada em que a misericórdia em que se tornou o FC Porto dos inválidos a começar pelo decrépito presidente levou a consumir três treinadores...
Também acaba sem os registos de melhor ataque e melhor defesa...
Termina a 6 pontos do 1° classificado que queria e podia e devia ter ultrapassado há 6 jornadas atrás mas só somou 2 vitórias e nem um empate conseguiu para se despedir, apático e estúpido na sua inoperante empatia e desesperante falta de energia e liderança, o NEScio conseguiu, esperando a justa indemnização por um ano de trabalhos a que nos poupa a todos.
O FC Porto era muito acima das capacidades, como impõem os limites do princípio de Peter, deste treinador medíocre que o decrépito presidente tentou por arrasto de convencer o empresário Jorge Mendes com jogadores a la carte baralho viciado fértil de segundas escolhas e más opções.
E para cumprir o que de negativo atrai um fraco astral para a lei de Murphy, se tudo tinha de correr mal até correu pior para este NEScio que nem inventado e nem inventando voltar a jogar com as libelinhas todas da caderneta que desde o início da época me irritaram profundamente e me fizeram, cedo, antever este fracasso rotundo: jogar com Danilo (vindo de lesão e claramente sem forma), Herrera, André André e Otávio recuperou o ramerrame de Agosto e Setembro, agora com Soares a servir de meco isolado como foi André Silva no começo da época.
Absolutamente deplorável este fim de curto ciclo da mediocridade repetida em que se vulgarizou o FC Porto, que fez apenas mais 3 pontos do que na época passada em que, ao contrário da tonta e fictícia verdade oficial, foi bem mais prejudicada pelas arbitragens nos 15 pontos a que ficou do vencedor da liga viciada e nojenta que se serve em Portugal.
A equipa acaba sem ter a noção de como jogava, com "10" ou só a metade, como é Otávio a fazer lembrar Carlos Eduardo, ou se deve ter um ou dois pontas de lança.
Numa desastrosa política desportiva caótica nos últimos 5/6 anos, temos jogadores comprados em definitivo esta época na porta de saída, como Layun; um poste para os jogos caseiros complicados que mostrou utilidade com o Chaves já que a Champions lhe estava regulamentarmente vedada no play-off, como Depoitre contratado pelo treinador que o ostracizou depois; um médio banal e sem corrida nem remate que custou 20M€ mas desapareceu no banco, como Oliver jogador das eirinhas; e uns 20M€ que não se podem gastar num valor nacional com mais margem e potencial de progressão, como Diogo J, mas que por razões óbvias não tem condições para ficar com ou sem NEScio que tanto o usou, o queimou e o esqueceu.
A época do FC Porto foi ganha pela entrada na Champions, face à inesperada eliminação da Roma mais atrasada na preparação, e foi o que escrevi então.
Com Felipe a oferecer dois golos hoje e Marcano mal posicionado no 1° do Moreirense até tivemos o reeditar dos erros primários defensivos que serviram a manutenção dos minhotos.
Se é a única coisa positiva, com confirmação do horrível Corona incapaz de ser extremo numa equipa sem saber ser forte por aí e marcando muito menos, eis o leigo nefasto de péssima gestão técnica e administrativa que, obviamente, começa numa SAD incompetente e arrepiantemente amadora e atàvica, em que se insere a escolha do que pode ser descrito, resumidamente, como o diário de um banana.

17 maio 2017

A guerra do Solnado chegou ao FC Porto

Não pára o ridículo da comunicação do FC Porto. Enquanto faz e desfaz e diz que diz em mais um vergonhoso caso de silenciamento de adeptos, pelas tarjas censuradas de domingo, agora entramos no domínio do onde fomos mais prejudicados por arbitragens nefastas. Brincadeira de crianças ou o retomar daquelas guerras do Solnado com alternância de dias de peleja, de descanso e um sobrante para quiçá ir à missa dominical?
Não se riam, mas com as mesmas pessoas em funções há já alguns apitos, temos que se criou, agora, o axioma, ou fatwa qual sentença islâmica, sobre o maior prejuízo desta época.
O Solnado pactuar com o inimigo para alternarem os dias de ataque ao inimigo: terças, quintas e sábados para uns, segundas, quartas e sextas para outros...
As muro de silêncio dos últimos anos, que ensurdeceu adeptos de indignação, temos agora uma espécie de Marcelo Rebelo de Sousa picareta falante no Dragão. O muro virou um biombo para ocultar responsabilidade superior. Os departamentos de comunicação dos clubes servem para isso. Eu já adivinhava, porque a vitimizaçao subitamente descoberta iria servir para a desresponsabilização dos dirigentes.
E quando tanto há para discutir na área desportiva, do incompetente treinador ao Oliver que custou 20M€ a meio da época para acabar no banco e quase incógnito no último mês, eis que o antes inexistente departamento de comunicação agora demandado em roda livre, é quem faz falar de si.
O tetra bafiento do clube da APAF e do regime tout court está assente em 3 épocas de benefício arbitrário sem comparação, salvando-se 2013-14 onde o Benfica foi claramente melhor, ressuscitado do desastre de 2013 enquanto o golpe de Kevin despenhou o FC Porto....
Pois as mesmas pessoas que deixaram Lopetegui falar sozinho contra a roubalheira querem convencer-nos que há dois anos o colinho não foi nada, comparado com esta época...
São os mesmos que nada comunicaram, não protegeram a equipa e o treinador e não teceram um murmúrio contra o colinho que se abespinham, desde Abril, contra a designada Liga Salazar. A clique comunicativa chamada a proteger a claque presidencial só agora reparou no que era público e notório. E, como Solnado, achou ser o dia da semana para entrar na guerra que há anos sepultou o FC Porto no seu incompreensível silêncio.
Eu sei que o FC Porto foi roubado dos títulos em 2015 e este ano. Mas sei mais do que contabilizar erros de um ano ou outro. Porque não admiti a bonomia com que o FC Porto aceitou ser roubado pelo Xistra na Luz, pela gp engendrada pelo Jonas que não causou mossa ao parvo do treinador, ajoelhado ante os infiéis, e aceite pelo decrépito presidente.
Ora, fora muita coisa mais, como as premonições do que seria cada época, eu estou à vontade para voltar a perguntar se os ex-jornalistas que passaram a encher os corredores do poder no Dragão seriam capazes de subscrever, enquanto tais, o que assalariados portistas agora asseveram...
Mais: um destes há uns anitos quis fazer-me acreditar que o FC Porto ia denunciar não sei o quê do Benfica e lhe tiraria pontos na secretaria - ora, o mínimo que espero deste pindérico acordo com o Sporting, tipo cartas de amor, quem as não tem, é impugnarem o campeonato logo após o fds!
Eu posso garantir que não, os jornalistas que conheci não se atreveriam a nada que fugisse ao politicamente correcto que domina a bovina comunicação social, até porque ao vivo e de viva voz ouvi e senti vários destes protagonistas, quase todos na sombra do eucalipto presidencial, asseverarem o contrário...
Das críticas aos adeptos, que se repetem, à reviravolta de costumes no tratamento dos casos de arbitragem, é tudo tão triste no FC Porto que só falta o corta-fitas mestre de cerimónias director do Torto Canal entrevistar, como há dois anos com o colinho, o decrépito presidente no pressuposto de que não devemos falar de arbitragens quando a equipa falhou por mais de uma vez o assalto à liderança.
Até o Solnado se riria e ele era mesmo e só do Belenenses...

15 maio 2017

Video-arbitro em acção...

Pronto, confirmando as credenciais marcantes em mais uma época vergonhosa, os 3 estarolas do Porto chamados aos jogos dos grandes usaram as suas idiossincrasias de cinismo incompetente numa fama de já os precede.
Jorge Rouba ofereceu mais uma GP invisível ao Benfica ou ia ficar mal na festa. Uma falta não detectada para haver um golito na 2a parte, tão inefável como uma falta descortinada só por ele a anular um golo a André Silva frente ao V. Guimarães...
(V)Aasco Santos conseguiu a proeza de marcar um penalty pelo último defesa do Sporting sem expulsar Artur Semedo nem por ser ocasião gritante de golo com avançado na cara de Rui Patrício...
Artur sonso Dias já não marca só 2 gp contra o FC Porto no Dragão. Ah, já não se lembram... O borra-botas que já experimentou ser Video-arbitro devia ver em vídeo o 1° penalty assinalado frente ao PF: sem falta do defesa pacense, a não ser falta de força de Brahimi no desarme limpo com opositor fisicamente mais forte.
Como estes lances seriam, serão, porque se repetirão sempre, ajuizado com recurso a vídeo?
Já no indiscutível 2° penalty, o agarrao a Diogo J é igual a muitos não marcados ao longo da época e que o FC Porto tanto reclamou. Tanto, não, porque o silêncio estúpido foi ensurdecedor, só quebrado de forma idiota e desesperada após uma inenarrável defesa da arbitragem do Xistra na Luz.
Depois esta gente quer ser levada a sério e queixa-se ser alvo do gozo dos árbitros...

12 maio 2017

Os árbitros do Porto e as queixas do FC Porto

O FC Porto voltou a ser muito prejudicado pelas arbitragens e há anos que é assim, com ênfase nos últimos campeonatos. Não invalida a falta de estofo de campeão que minimiza a equipa em cada ano. E os descarados benefícios ao Benfica nem lhe reforçam esse estofo nem legitimam títulos garantidos, diria alguém com arrufo de profeta ou arcanjo-proveta, serem tributos dos árbitros ao Benfica.
E se o FC Porto já era mais prejudicado antes, passou a sê-lo depois. A passividade e bonomia com que mais uma arbitragem pró Benfica com que responsáveis portistas, como treinador e presidente, brindaram Xistra na Luz foi desadequada, irresponsável e, escrevi eu logo, retirava qualquer crítica aos árbitros dali para a frente.
Houve um devaneio singular quando foi assinalado um penalty frente ao Belenenses com 2-0 e que fixou o 3-0 final. Disse a quem me rodeava que tal não seria marcado se estivesse 0-0. O que sucedeu depois, em lances similares, voltou a dar-me razão, da mesma forma que confirmava a leviandade e inusitada confiança nos árbitros com que no Dragão confiavam chegar ao título sem interferências indevidas, aqueles "factos estranhos que não deveriam acontecer"...
Subitamente, o FC Porto silencioso ante os roubos escandalosos dos últimos anos falou de arbitragem todas as semanas, incluindo Xistra em Braga pelo seu critério disciplinar que não destoou do observado na Luz... E, claro, penalties descarados voltaram a ser negados por Rui Costa, frente ao Feirense, como no início do ano passado com o Rio Ave...
Agora que a cada dia vem à baila os erros dos árbitros que o FC Porto nunca denunciou para estupefacção dos seus apoiantes que também se escandalizaram com Xistra na Luz, são árbitros do Porto nomeados para jogos dos 3 grandes na semana que pode decidir o título de campeão que a arbitragem tuga tem como missão indeclinável entregar ao Benfica.
O parolo sonso do treinador que, natural do paralelo 0 em S. Tomé, nem é carne nem peixe, antes pelo contrário, também passou a valorizar o que penalizou o seu penoso e desvalorizado trabalho.
A Comissão de arbitragem nomeou árbitros do Porto para os jogos dos 3 grandes na semana que pode decidir o título atribuído pela arbitragem tuga ao Benfica como missão indeclinavel cumprida à risca, como num guião conhecido de filme repetido de série B num campeonato miserável.
Isto quando aparece André Silva a reforçar críticas às arbitragens, mencionando até 2 golos seus mal anulados - não só mal anulados, mas sem nunca se vislumbrar razões técnicas para serem invalidados.
Mas tudo isto é tão frouxo e amador que o puto não concretizou. Ora, foi na fortaleza do Dragão que piores atentados aconteceram. E, precisamente, Jorge Sousa negou um golo frente ao V. Guimarães e outro foi por Artur Soares Dias frente ao Benfica.
Sublinhe-se, dois árbitros alegadamente alvo de ameaças por uns arruaceiros, nunca confirmadas, e não por acaso, nem por mão invisível, designados agora para a Luz e o Dragão!
Assim brincam com a dignidade portista, confirmam a máfia das designações em nomeações a la carte e com desígnio superior estudado maleficamente.
Mas, entretanto, deslocando do foco essencial, sai um improvável acordo com o Sporting num manifesto pindérico que contempla sanear um avaliador de... observadores de árbitros.
Si non é vero é ben trovato e o assalto da famiglia mafiosa continua até ao banquete final com ar zombeteiro a gozar com a cara de Sporting e FC Porto.
Um final adequado para uma peça em reposição sem dignidade de conteúdo ou valorização dos actores secundários em tragicomédia pifia.
Um descaramento assombroso a derradeira cuspidela na cara de agentes desportivos e adeptos em geral.
Convinha frisar isto e não crer em coincidências.

04 maio 2017

Video-arbitro estrangeiro ou da BTV?

O futebol português é mau. Mal jogado, mau exemplo onde se aplaude o espírito rasteiro e a sucia esperteza do encosto, empurrão e queima de tempo até com hossanas ao jogo defensivo no alto de autocarros de dois andares. É mal apitado, mal filmado e mal comentado.
Penso ser consensual esta genérica mas abrangente avaliação. É até mal dirigido, apesar dos auto-elogios frequentes culminado agora no Fernando Gomes da FPF que se põe em bicos de pés para uma comenda do Marcelo, pelo Euro-2016, permitindo-se continuar depois do fiasco Mundial-2014 onde, na sua versão, "não fomos competentes".
Agora, depois de tanto tempo calado conivente com a pouca-vergonha que se tem passado, diria o magnânimo presidente do Benfica à espera de beatificação súbita no dia 12 com o Papá certo, proclama-se o video-arbitro.
Em principio, devia ser a Liga a anunciar, ou não seja o campeonato da Liga, Salazar ou Calabote à discrição, mas o ex-arbitro que a dirige continua em silêncio, como diz o outro, salvo pedir tréguas no jornal do regime por um ecumenismo falso e impraticável em terra de infiéis e maltrapilhos.
Esta é, FPF ou Liga, a organização que permite a um clube filmar, sob alegada isenção jornalística ainda mais tortuosa de definir que um cardápio de boas maneiras de seguidores do EI, os jogos do campeonato em sua casa...
Estão a ver as imagens de lances discutíveis na Luz, serem disponibilizadas para comentário de alguém imparcial como o António Rola que uma vez o Jaime Pacheco, ainda no V. Guimarães, disse ir recomendar aos "columbófilos da minha terra"... ainda esse árbitro rasteirinho de tamanho e honestidade apitava...
A SporTv não consegue, nem nos jogos mais importantes onde multiplica meios técnicos e humanos, ter câmaras que dissipem sequer a dúvida básica mas objectiva da bola e da linha de baliza, para não falar de estádios provincianos onde há mais zonas não filmadas do que vacas nas hortas das redondezas... E é nesta base que se acredita haver imagens para boas avaliações...
Eu começo por aqui, porque sem elas não há boas decisões.
Agora, com elas olhemos para quem pode avalia-las. Ex-arbitros que nunca foram honestos no campo e prosseguem nas colunas de jornais a sua cegueira clubística? Um Duarte Gomes? O Lucílio vigarista? O João "pode vir o João" Ferreira?...
Um Pedro Henriques cujas frequentes dissonâncias com o painel levou à saída do Tribunal de O Jogo? Que dizer de painel raramente unânime na avaliação dos mesmos lances, e só sob essa unanimidade o próprio jornal leva tal julgamento à capa como notícia?
E quererem reduzir isto a mera economia e custos de implantação dos meios necessários é ridículo, lendo que o sistema custaria 28 mil euros por jogo contra os 30 mil por jogo que leva a tecnologia de linha de baliza em Inglaterra onde as imagens são absolutamente claras e sem margens para dúvidas, com decisões de valide inabalável!
Por fim, iriam retirar vida e extras financeiros a essa parolada do comentadeirismo televisivo, parte integrante da falsidade e desonestidade da bola tuga a que não são alheios os responsáveis editoriais moralmente culpados do deboche a que se chegou!
Mas se for implementado o video-arbitro e confiando no juiz de serviço, será o reconhecimento da luta de Bruno de Carvalho neste campo. Ou seja, aquele em quem, pelas reivindicações e intervenções mesmo que pouco razoáveis, os portistas devem olhar com saudades para o Pinto da Costa que já tiveram.
De qualquer modo, como não confio em ninguém, reclamo o que há mais de uma década passei a defender, sim, mesmo quando era o FC Porto tetracampeão... Que seja estrangeiro o avaliador, tal como preconizo para os jogos dos grandes!
Tudo o resto é conversa para boi dormir. O jornalismo panfletário e de caserna pode sossegar tanto quanto aquiesce na penalização serôdia por pontos devido a críticas aos árbitros... Olha, uma parvoíce, essa, saída da pacovia Liga, precisamente.
Isto é, sem a intromissão da APAF e nunca mais se ter ouvido o Evangelista dos salários em atraso ou o Rui Prantos da Verdade Desportiva levada à AR que é outro antro de deputado, o exemplo da manta de retalhos e da gestão sem rei nem roque.
Tudo mal, na mesma. Já Paulo Bento dizia, até depois de um Benfica-Sporting com o inefável Pedro Henriques, sobre os árbitros profissionais: são maus árbitros, passam a ser maus profissionais.
Foi das raras vezes que UE concordei com Paulo Bento. E ele é eu tínhamos razão.

01 maio 2017

Maxi estupidez

Evocar que Maxi Pereira já foi expulsado 2 vezes em 2 anos no FC Porto, depois de ter visto um vermelho em 8 anos de Benfica, não desculpa uma entrada brutal que só justifica o vermelho.
Fazer-se expulsar assim é tão parvo e ridículo que só faz pensar no que os jogadores do FC Porto recebem de instruções sobre as arbitragens. Porque imaginar outro desfecho que não este só mesmo de idiota irresponsável, para mais numa jogada sem perigo, a meio do campo e no último minuto com 2-0 e vitória garantida.
Deviam, há muitos anos, não silenciar barbaridades a favor do Benfica.
Usar imagens de jogos e expor a diferença de critérios disciplinares.
O FC Porto soma parvoíces todas as semanas. Até o Filipe Vieira tem razão: demasiado tempo calados. Na Liga, diz ele. No FC Porto, lamentam os portistas.

Nota do jogo: como não gosto de mau futebol, voltei a preferir ver o Barça. Deu para pegar quase toda a 2a parte em Chaves, vi os golos e a autoridade em campo do FC Porto. Mas o Maxi foi tão estúpido que não se aguenta. Não sabe que há muito não está sob a impunidade da Luz e já teve tempo, e devia ter instruções, para perceber as diferenças de tratamento dos árbitros.
Não há pachorra para os Calabotes de turno. Nem os tiros no pé dos jogadores e responsáveis do FC Porto.

28 abril 2017

Conivência dolosa

Não só o silêncio, politicamente mais cobarde do que estrategicamente compreensível, dos últimos anos pelo FC Porto contra as arbitragens dignas de outros tempos nefastos, fez parecer os fraudulentos títulos do Benfica, salvo o de 2014, sem mácula de ilegitimidade, como as repetidas violações do dever de defender o nome do FC Porto e o esforço dos seus profissionais trouxeram estes lamurios de fim de feira por falta de lucros e títulos como dolorosos tiros nos pés.
Escrevi no clássico da Luz que a complacência estúpida e a ignara aceitação das decisões de arbitragem do Xistra y sus muchachos retiraria razão ao treinador medíocre e o decrépito presidente de voltarem a tocar no tema.
Não só voltou a aparecer o Rui irmão do Paulo Costa no Dragão pela 3a vez num ano, como o Xistra reaparece em Chaves, sinal próprio de desígnios de Capela com a memória do jogo da Taça fresca e as sujinhas nomeações a la carte que se têm visto.
Os portistas, incrédulos com a bonomia e pusilanimidade dos seus responsáveis na Luz, sabem o que são as arbitragens nefastas, o medíocre treinador que não precisa pôr-se tardiamente em bicos de pés para os esclarecer e o decrépito presidente que de não ter força para um murro na mesa se fica por larachas de conversas em família para entreter associados pategos que aceitem ainda homilias de vão de escada.
A pobreza franciscana institucional do FC Porto, apesar dos beatos assomos de dignidade em veículo oficial que chega a pouco lado pela via das redes sociais e uma Imprensa acéfala desacreditada, pode encomendar a alma ao criador deste purgatório de pecados não remiveis e tentar um defunto Carpe Diem no único Papa vivo que dia 12 chega ao país do antigamente Fado, Futebol e Fátima, para gáudio dos cristãos únicos da amparada Função Pública que o queiram venerar.
Portistas estão entregues a esta bicharada que vegeta no caixão.

27 abril 2017

Piadas em familia

Depois de uns dichotes com grupo de amigos antes de um jogo de bola como se fosse digno de amadores com umas jantarada pelo meio, e após mais um roubo de igreja na fortaleza de um treinador medíocre na iminência de ficar soterrado sob ela, o decrépito presidente vai a Lisboa falar com o presidente da FPF, de quem se queixa que nada diz ou faz, e sai de lá calado.
Coloquialismo é isto. Parolismo também.
Faz lembrar a indignação tuga sobre copos e gajas de um marmanjo holandês, mas em Bruxelas o governo da treta não pediu a destituição do gajo é ficam uns tristes a brandir serôdias querelas inscrição insistindo que ele deve sair.
Pacóvios de merda, no FC Porto,  no Governo e na República.

24 abril 2017

Pinto da Costa repôs o FC Porto no 24 de Abril

Fica-se pelos dichotes tão de circunstância quanto alguma homenagem ocasional ou acto de corta-fitas ocorre. Já nem reage, a não ser tarde e por a própria ocasião o impor, quanto mais não seja para contentar os basbaques que se prezam pelo dichote mesmo que já batido e até previsível e entreter a plebe.
Não actua na hora, é mesmo capaz de passar ao lado das questões, como a desvalorização dos vouchers aos árbitros, vendo Bruno de Carvalho tomar-lhe o palco e fazer lembrar aos portistas o presidente activo, interventivo e só assim temido que já tiveram e virou canto de museu.
Passa ao lado dos vouchers que era a ponta do icebergue que os bilhetes pedidos por mais um idiota inefável da APAF, agora denunciado pelo FC Porto... Mas fala em assassinatos no futebol para ficar a alertar para violência gratuita de rua entre insurrectos mas, creio, para roubos de catedral que os árbitros perpetram impunemente - e o FC Porto deixou de denunciar na hora, vide o escândalo, mais um, da Luz com Xistra...
E é essa impunidade que ressalta agora, face ao clube cuja história se projectou no pós 25/4/74 mas passa as vicissitudes do 24 de Abril, remetendo o FC Porto à irrelevancia do tempo passado, com o presidente desportivamente morto e politicamente inexistente à luz da recuperação da hegemonia lisboeta, como na época passada, com ênfase num histórico tetra iminente benfiquista que logrou surgir no tempo presente de Pinto da Costa.
Esta herança, indisfarçável apesar do esforço encomiastico do Torto Canal, passa pelos assassinatos de resultados que já não são só longe do Dragão, mas repetem-se em casa e com vários árbitros do Porto, como repetiram esta época os trastes Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Manuel Oliveira e agora o reincidente Rui Costa. Árbitros do Porto que há 40 quase nem existiam e os suspeitos do costume iam de Leiria e Santarém ao inefável Calabote de Evora...
Não sou tanto do tempo de se perder um título em casa com Académica e U. Tomar em 1969, em jogos seguidos nas Antas, mas antes de saber quem era Pinto da Costa já via os antigos Arouca, Tondela e Feirense ganharem ou pontuarem no Porto.
Os assaltos repetem-se e um museu de horrores marcará o sucedâneo dos títulos laboriosamente conseguidos, até o decrépito presidente deixar o clube, pela lei natural das coisas e não um impulso racional de gestão que o imponha antes, no estado lastimável financeiro e calamitoso em títulos como o encontrou há 35 anos. E faltam largos dias para 100 anos de solidão, com os novatos a conhecerem os modernos CUF, Tomar ou Académica de outros tempos, já que Setúbal e Belenenses voltaram a ser papões como antigamente.
É isto, é triste mas já há anos denuncio o plano inclinado e ausência de rumo que marca o declínio portista. Fruto de dirigente caduco, incapaz de perceber os tempos, a começar pelo da sua saída que já vai tarde, e em que o toque de Midas antes reconhecido por alarves para escolher treinadores virou apostas no escuro próprias de  nababo indiano soba de um regime caduco virado para feitiçaria e adivinhação próprias de vodu de outros continentes.
Nem de propósito, o Mónaco volta a semifinal da Champions do tempo em que o FC Porto lá passou e lhe ganhou o caneco, sendo Jardim um treinador de sucesso que chegou a ser prometido vir para o FC Porto.

23 abril 2017

O NEScio ainda está lá?

Só não vi no Madrid-Barça um dos melhores jogos da minha vida porque não pode haver bons jogos com péssimas arbitragens. Messi deu recital até ao fim e, apesar de agredido por Casemiro, Marcelo e Sérgio Ramos mas só este foi expulsado, deu a mostrar a camisa do melhor futebol do mundo.
Por cá instalou-se a cultura do pior futebol. Perguntem ao Pinto da Costa que faz 35 anos a festejar o tetra que o seu medíocre treinador oferece ao Benfica.
Boa noite e boa sorte.